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Mostrando postagens de Junho, 2010

Vi: Onde vivem os monstros

Se eu soubesse que ia gostar tanto de Onde vivem os monstros (Where the wild things are, EUA, 2009) eu teria tentado ver o filme antes! Sem medo de ser exagerada eu digo que é um dos melhores filmes que já vi!

Max é um piá dos seus 10 anos super-imaginativo e também solitário, já que a irmã adolescente não dá bola pra ele e a mãe não dá a atenção que ele quer - mesmo sendo uma mãe carinhosa e presente.

Um dia, depois de, durante uma birra, morder a mãe e ser mandado para o quarto, ele foge de casa, encontra um barquinho e, depois de algum tempo velejando, chega em um ilha "onde vivem os monstros". Max logo é proclamado rei - depois de umas mentirinhas criativas sobre ser poderoso - e começa a conviver com aquelas criaturas, no começo, com muita tranquilidade.

Mas, assim como as crianças - e as pessoas, em geral - os monstros também têm seus momentos de mau-humor, de agressividade, de desconfiança, de busca por atenção... e logo Max percebe isso.

O filme é baseado em um livr…

Ainda sobre o selo Lovely and Loyal Award

Vim corrigir uma injustiça e indicar o selo pra outra pessoa que eu sei que segue o blog e com quem converso sempre que podemos, até porque encontramos muitas coisas em comum e muitas vezes, quando leio os poemas dela, encontro expressados ali os meus sentimentos!

Tô falando da querida Branca, do Script Manent. Querida, o selo vai pra você também e quero ver suas respostas! Desculpa o esquecimento - e agora entendo o sentimento de culpa e esquecimento quando terminei de postar o selo da outra vez! rsrs

(E quero saber essa história de abraços, hein?)

Selo Lovely and Loyal Award!

A queridíssima Lanny, do delicioso Põe um batonzinho, me presenteou com um selo super-fofo, o Lovely and Loyal Award for wonderful followers
1) Explique o motivo de ter começado o blog e se esperava tornar-se popular.
Eu queria "falar", só isso. Não esperava que se tornasse popular - até porque não acho que ele seja exatamente isso - e achava que, no máximo, uns amigos passariam por ele de vez em quando pra dar apoio moral. Acabou que gente nova o descobriu e são muito mais dos que os anteriormente conhecidos e eu acho isso uma daquelas tantas coisas bacanas que só a net é capaz de fazer.

2) Diga a data exata do início do seu blog.
Não sei (rsrs). A primeira postagem foi no dia 18 de outubro de 2008.

3) Indique 5 seguidores fiéis do seu blog para receber o selo.
Tem gente que sempre me lê mas não tem blog, como a Fer e o Wissam. Tem gente que eu sei que me lê porque sempre deixa comentários. E tem gente que eu acho que me lê. Vou seguir o meu coração então - drama! hahaha - e…

Amigas ou inimigas?

(O post é meio longo, já previno!)
Há umas duas semanas saí com a tia Eliana. Ela é a irmã mais nova da minha mãe, tem 49 anos, é divorciada, mãe de 3 filhos, avó de 4 crianças, muito bonita, inteligente e engraçada.
Ela acabou convidando uma das ex-cuidadoras da minha avó, que tem 37 anos - o que me deixou surpresa de descobrir, porque sempre achei que ela tivesse mais de 40 - e com quem eu nunca tinha saído antes.
Nem minha tia.
E com quem provavelmente nunca mais sairemos.
Desde o começo as duas ficaram trocando farpas, principalmente da "moça" para minha tia. "Nossa, eu achei que você tivesse mais de 50!". "Uma amiga minha disse que você parece a mais velha de todas as irmãs!". Você tá toda no brilho hoje, a 'fulana' disse que brilho é coisa de velha". "Sempre que eu saio algum cara paga tudo pra mim, não preciso sair com dinheiro"... Acabou até sobrando pra mim: "Você não bebe e nem fuma?! Coitada... o que você aproveita então?…

Kids + Pets

Fofíssimas as fotos! No Huffington Post tem 91 dessas imagens, com crianças e seus bichinhos. Foi difícil escolher apenas 10 pra mostrar aqui...
O post que me fez descobrir as fotos saiu no Mulher 7x7, um dos meus blogs preferidos.

Rapidissíssimas (12)

Uma das coisas que mais me incomoda é que duvidem da minha inteligência.

Outra é mentira besta.

Juntando tudo isso...

Fico irritadíssima no trabalho quando alguém liga e, sem saber que temos identificar de chamadas, pede informação completamente local e nada turística e justifica dizendo que é turista.

É mole?

Vi: O pecado mora ao lado

A cena mais clássica de O pecado mora ao lado (The Seven Year Itch, EUA, 1955) é a do cartaz original do filme que vocês podem ver aqui: o vestido de Marilyn Monroe sendo levantado pelo vento vindo dos túneis do metrô novaiorquino.

Mas o filme é bem mais do que isso. E uma delícia! Um cara chegando aos 40 despacha a esposa e o filho de férias e se vê solteiro em Nova York tendo Marilyn - linda, linda, linda! - como a nova vizinha de apartamento - de cima, não de lado, como o título brasileiro sugere.

O título original - "a coceira dos sete anos" - faz alusão ao período perigoso dos casamentos, os sete anos.

O protagonista do filme, Tom Ewell - ator que eu não conhecia - é muito engraçado! Os pensamentos dele que são retratados são divertidos - sobre a súbita "solteirice" e a falta de ciúmes da esposa, sobre como será se encontrar com a vizinha... não tem como não rir dele!

Como o filme é de 1955, muita coisa, claro, ficou datada. É de assustar, por exemplo, quand…

Copas do Mundo e eu

(Já conhecem o Zakumi, mascote da Copa 2010?)
Não sou a pessoa mais ligada em futebol mas acho que, em se tratando de uma mulher, eu tô bem: identifico facilmente os times, sei o que é gol, pênalti, escanteio, tiro de meta e há algum tempo finalmente aprendi a identificar o tal do impedimento!
Tenho pai que adora futebol. Não dos fanáticos que usa camisa e blá, blá, blá, mas que curte ver jogos, se empolga, se irrita... e me faz dar muitas risadas!
E minha mãe, enquanto a Flávia e eu éramos pequenas, sempre comprava alguma roupa - ou uniforme estilizado - temática na época das Copas. Quando ela parou de comprar, eu mesma comprei.
Copa pra mim é mais época que me lembra gostosas confraternizações do que de ver jogo mesmo. Minhas lembranças mais antigas remontam a de 82 na Espanha, mas só lembro do moletom que eu ganhei e das idas à casa dos meus padrinhos em São Paulo, onde morávamos e onde meus pais iam ver os jogos.
As de 94 e 98 foram as que vi com mais gente. Em 94 sempre estávamos, mi…

Como dizer não?

A Renata, ou Rê, como a chamo, é uma amiga muito querida de quem já falei aqui e que mora em Itumbiara, no interior de Goiás. Pelo menos até sábado, quando se mudará para Catalão, no mesmo estado. A nossa amizade já é interessante por um fato um tanto quanto curioso: nós nunca nos encontramos pessoalmente! Pois é, nos conhecemos pela net e logo nos tornamos amigas. Já consolamos choros uma da outra, sabemos dos amores, das alegrias, sabemos das famílias, dos amigos que cada uma tem ao seu lado... A Rê sempre tem uma palavra sensata e querida pra dizer.
E minha amiga agora vai casar. Acompanho desde o comecinho a história dela e do noivo, o Ricardo, e fiquei super-feliz com o casório que completará uma história linda de amor - só pra vocês terem uma idéia: é outra história que começou na internet, na época o Ricardo fazia mestrado na Alemanha! Se encontraram algumas vezes, aqui e lá e ano passado ele voltou pro Brasil... direto pra casa da Rê.
Fui convidada pra ser madrinha. Claro que…

Momento Espírita: Dia de tristeza

Por vezes, erguemo-nos pela manhã envoltos em nuvens de tristeza. Se alguém nos perguntar a causa, com certeza não saberemos responder.

Naturalmente, atravessamos as nossas dificuldades. Não há quem não as tenha. É o filho que não vai bem na escola, o marido que vive a incerteza do desemprego, um leve transtorno de saúde.

Nada, contudo, que seja motivo para a tristeza profunda que nos atinge.

Nesse dia tudo parece difícil. Saímos de casa e a entrevista marcada não se concretiza. A pessoa que marcou hora conosco cancelou por compromisso de última hora. E lá se vão as nossas esperanças de emprego, outra vez.

O material que vimos anunciado com grande desconto já se esgotou nas prateleiras, antes de nossa chegada. A fila no banco está enorme, o cheque que fomos receber não tinha saldo suficiente.

É... Nada dá certo mesmo! Dizemos que nem deveríamos ter saído de casa, nesse dia. Agora, à tristeza se soma o desalento, o desencanto.

Consideramo-nos a última pessoa sobre a face da Terra. Inf…

Vi (2): Billy Elliot

Um dos - poucos! - filmes que não me canso de ver! E outro inglês. Só que, se Bons Costumes mostra o pessoal elegante e rico, Billy Elliot (Billy Elliot, Inglaterra, 2000) retrata a classe mais baixa britânica, em uma família no interior do país.
Billy é o filho caçula que decide ser bailarino. Você deixaria seu filho ser bailarino? Pois é, muita gente ainda tem um preconceito gigante com isso e na casa de Billy não é diferente, ainda mais que ele vive com o pai e o irmão mineiros broncos e a avó esclerosada. Pra piorar, a professora dele decide inscrevê-lo em uma audição pra Royal Ballet School e o pai e o irmão do piá estão há meses em greve, passando por sérias dificuldades financeiras.

O filme é tão bonitinho e cheio de momentos tocantes que eu não conheço ninguém que não goste dele! O pai de Billy é o personagem que mais me emociona, por não entender de dança, não achar que é coisa muito masculina, mas se sacrificar para que o filho talentoso, tenha uma chance de construir um fut…

Vi (1): Bons costumes

Continuando falando dos filmes que vi nas últimas semanas...
Se Há tanto tempo que te amo eu vi porque gostei do nome, Bons Costumes (Easy Virtue, Inglaterra, 2008) eu vi porque adorei o trailer!
O filme tem um monte de "coisas" que eu adoro: é inglês - amo o sotaque! -, tem o Colin Firth no elenco - ai, ai... -, a Kristin Scott Thomas, que também está em Há tanto tempo que te amo, é comédia britânica - eles são sempre muito bons nisso - e se passa em uma casa - mansão, né? - incrível no campo.

Jessica Biel - que mulher mais linda! - é a estadunidense que participa de corridas automobilísticas e se casa com um rapaz mais moço que conhece na França. O moço leva a esposa para conhecer a família e aí a coisa começa a pegar quando o choque cultural aparece - ainda mais com a má vontade da mãe dele de aceitar a nora.

Não é A comédia, mas causa boas gargalhadas. É um filme fofo, engraçadinho mesmo!

Gostei muito.

Vi (3): Rebecca, a mulher inesquecível

Eu acho que eu tenho um problema: não tem um filme que eu já vi, baseado em um livro que já li, que eu ache superior a obra na qual foi inspirada. Não tem!
Mais uma vez isso aconteceu com Rebecca, a mulher inesquecível (Rebecca, EUA, 1940), filme dirigido por Alfred Hitchcock quando ele ainda vivia na Inglaterra.

Rebecca é a finada mulher de Maxim de Winter - bonitão inglês, dono de uma casa linda na beira do mar da Cornualha - que é uma das regiões que mais tenho vontade de conhecer na Grã-Bretanha! Em Mônaco ele conhece uma jovem dama de companhia de uma senhora e quem acaba pedindo em casamento depois de um curto tempo. De volta à mansão, Manderley, a nova Sra. de Winter começa a sofrer com as comparações com "a mulher inesquecível".

Não sei porque, há mooooitos anos, eu vi uma cena deste filme de madrugada e tive medo da cara da governanta. Mas eu acho que eu era novinha e facilmente impressionável; tudo bem que a governanta dá mesmo medo, mas hoje é mais aquela coisa d…

Vi (2): Garota, interrompida

O querido Rubens, quando postei no Twitter que tinha visto Garota, Interrompida (Girl, Interrupted, EUA, 1999), comentou que 1999 tinha sido um ótimo ano pro cinema. Fui atrás pra ver quais outros filmes eram do mesmo ano e concordei com ele - Beleza AmericanaA Bruxa de Blair que, sim, me assustou, O Sexto Sentido, Toy Story 2, Meninos Não Choram e mais uma lista bem bacana que vocês podem encontrar aqui.
Garota, Interrompida é uma história real. Susanna - Winona Ryder - é o que hoje a gente chamaria de emo - a vida não vale nada, eu não valho nada, o mundo não vale nada, eu não faço parte dele, blá, blá, blá... - e que, após supostamente tentar o suicídio, é induzida pelos pais a se internar em um hospital psiquiátrico.

Ao chegar, o choque é enorme ao perceber-se no meio de outras moças, essas sim, loucas. Ela acaba se aproximando das outras pacientes e, em especial Lisa - Angelina Jolie - sociopata que tem um enorme controle sobre as outras gurias.

De incompreensão com a internaç…

Vi (1): Há tanto tempo que te amo

Alguém já quis ver um filme pelo título? Comigo acontece algumas vezes. Com Há Tanto Tempo que te Amo (Il y a longtemps que je t'aime, França, 2008) aconteceu isso. Eu adoro a frase do título original em francês e quis mais ainda vê-lo quando descobri que a Kristin Scott Thomas - do maravilhoso O Paciente Inglês - era a protagonista.
Não vou me aprofundar na história porque muito do que torna este filme tão bom é o modo como as coisas vão sendo respondidas lentamente ao longo dele. Vou contar que é a história de Juliette - a Kristin Scott Thomas -, que recém saiu da prisão e que vai morar com sua irmã mais nova Léa - Elsa Zylberstein - e sua família. Quanto tempo Juliette passou presa? Por que ficou presa? Por que cometeu o crime que a levou a prisão? O que ela fazia antes disso? Vamos descobrindo aos poucos e, por mais que saibamos o que ela fez e não percebamos em nenhum momento do filme que ela quer que ser amada - pelo contrário, parece sempre não estar interessada em receber …

... y otras cositas (15)

Noite friiiiia aqui em Foz. Uma delícia! Aqui na cama, com dois dos gatinhos me fazendo companhia, resolvi fazer este blog andar, ainda mais que tô com uns 10 posts no rascunho pra mostrar!

***
A pelota do Milo estourou esta madrugada. Só vi esta manhã e fiquei aliviada porque ontem à noite tava muito feio, ele até com o olhinho do lado do machucado inchado.
Amanhã cedo vamos no vet para ele dar uma olhada e, provavelmente, dar uma limpada mais profunda do que a que venho fazendo com água oxigenada.
***
Lembram que contei em Estreito que meu Blot tinha quebrado? Então, lá mesmo eu "colei" ele com álcool. O processo é bem simples: ir colocando gotas de álcool no pó - dá pra fazer com sombra, blush, etc - até que vire uma pasta. Aí a gente ajeita ele na embalagem e tira o excesso de álcool pressionando um guardanapo até que fique mais sequinho. Deixei ele ainda "descansando" até o dia seguinte e o bichinho ficou feio, mas voltou a funcionar. A impressão que eu tive foi q…

Vi: Uma noite fora de série

Há 19 anos, quando vim morar em Foz, uma das coisas que eu mais tinha vontade de fazer era ir à tarde no cinema! Por quê? Porque eu achava o máximo aquilo de gente de cidade maior sair da aula, por exemplo, e ir ao cinema! Tá, era bobeirinha, mas metade dos nossos sonhos são bobinhos!
Começo contando isso porque, quando fui ver Uma noite fora de série (Date night, EUA, 2010) na sessão das 15h com a Fer, amiga e colega da época da fac, lembrei disso.
Mas, vamos ao filme! Eu sou uma das milhares de pessoas que tem vontade de rir só de olhar pra cara do Steve Carell, o protagonista do filme. Adorei o personagem dele em Pequena Miss Sunshine também, que nem é um personagem engraçado - professor universitário gay que perde é deixado pelo namorado, perde e o emprego e tenta se matar - mas é em filmes como este aqui e Agente 86 que gosto mais ainda dele!
Bom, Steve Carell e Tina Fey - ótima também! - formam o casal que se divide entre os dois filhos pequenos, os trabalhos e a atenção que devem…

Clementine feelings...

Vocês já viram o filme Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças? É um filme estadunidense fofo de 2004, com o Jim Carrey e a Kate Winslet - \o/ - no qual ela é Clementine - daí o título do post - que, depois de terminar o namoro com o personagem do Carrey, decide participar de um projeto experimental e apagar todas as lembranças dele de sua memória.

Por esses dias eu quero o mesmo que a Clementine. Queria que fosse realmente capaz a gente tirar lembranças que antes causavam doces sorrisos e alegria - e ainda aquele sentimento de coração aquecido - mas que hoje doem, porque são sintomas da saudade que tem me machucado tanto.

"Feliz é a inocente vestal Esquecendo o mundo e sendo por ele esquecida Brilho eterno de uma mente sem lembranças Toda prece é ouvida, toda graça se alcança."
(Alexander Pope)

Mais uma do Milovski...

Não, não é o Fofão - aquele do Balão Mágico - vestido de gato, é o Milo bochechudo mesmo.

Desde segunda-feira ele tá assim. Quando cheguei em casa e vi apalpei esse calombo - mole -, observei se ele comia e bebia normalmente - oh, super-normal! - e se tinha algum machucado dentro da boca - nada! Aí procurei alguma marca nessa pelota e nada também. Ele deixou e fiz uma compressa de água morna e pronto.

Ontem não mudou muito e hoje resolvi levá-lo no veterinário com medo do que poderia ser.

Bom, esse menino me mata de vergonha! É castrado mas briga um monte e o veterinário - que além de querido, como já comentamos aqui que todos os vets são, é muito lindinho - disse que aquilo tinha sido uma mordida de outro gato. Passou antibiótico e corticóide, disse que essa coisa deve supurar até o retorno dele quarta que vem e que se isso não acontecer ele terá que cortar. Como já o encontrei agora à noite com a marquinha da mordida aparente e eu nem o tinha medicado ainda, acho que essa coisa v…

Mais bonita (6): Blush Vult nº 3

Meu queridinho!

Há muito tempo eu procurava um blush pra chamar de meu, no qual confiasse, com o qual ficasse bem e me sentisse idem. Arrisquei o nº 21 cor Mocha da Jordana - que em mim parecia que eu tava com o rosto sujo, sério -, um da Marchetti, o nº 1, do qual gosto muito mas que é muito compacto e duro de ser passado - eu batia nele com o cabo do pincel para então usá-lo todo moidinho - e até tinha tentado um outro da Vult, o nº 1, mas que é muito rosa e brilhoso.

Aí encontrei o meu lindinho aqui. Amo de paixão a cor que ele deixa no meu rosto! É um tom terracota/pêssego muito bonito! Eu sei, eu sei, nessa embalagem chulé e com essa cor de água suja, não parece mas, de verdade, junto com o da Marchetti, é o blush mais bacana que já usei!

Tem um cheirinho que adoro, é fácil de passar, pigmentação ok - não é como o True Color da Avon, do qual falarei proximamente, mas é bom - e como não tem brilho, dá pra usar tranquilamente durante o dia.

Super-recomendo!